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Geração X

CAPÍTULO 1 ‐ INTRODUÇÃO

1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO hjdbdsjbdjbsjdnskn

1.2 RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA DO TRABALHO

1.3 DELIMITAÇÃO DO TRABALHO.

1.4 FORMULAÇÃO DA SITUA..O‐PROBLEMA.

1.5 HIPÓTESES DA PESQUISA.

1.6 OBJETIVOS

1.6.1 Objetivo Geral.

1.6.2 Objetivos Específicos.

1.7 METODOLOGIA

1.8 ESTRUTURA DO TRABALHO.

CAPÍTULO 2 – QUADRO TEÓRICO.

2.1 DESIGN, IDENTIDADE CORPORATIVA E MARCA .

2.1.1 Design – definições

2.1.2 Identidade corporativa e marca – definições e relevância

2.2 DESIGN EXPERIENCIAL

2.2.1 Conceitos de Experiência e de Design Experiencial

2.2.2 Tipos de Experiências.

2.2.3 Design experiencial na prática – exemplos .

2.3 GESTÃO E DESIGN.

2.3.1 Gestão do Design

2.3.2 Gestão Estratégica do Design

2.3.3 Gestão de Marcas – Branding

2.4 PROCESSO DE DESIGN, MÉTODO DE PROJETO E MODELO ESTRATÉGICO.

2.4.1 Processo de design – definições e características

2.4.2 Métodos de Projeto – Conceitos e Exemplos

2.4.2.1 Método de Bonsiepe

2.4.2.2 Método de Jones

2.4.2.3 Método de Munari

2.4.2.4 Método de Baxter

2.4.2.5 Método de Löbach

2.4.2.6 Método de Frascara

2.4.2.7 Método de Gomez

2.4.3 Análise dos métodos de projeto

2.4.4 Modelos Estratégicos – conceitos e exemplos

2.4.4.1 Matriz BCG (Boston Consulting Group)

2.4.4.2 Matriz de Ansoff

2.4.4.3 Análise Competitiva de Porter

2.4.4.4 Capacidades Distintivas de Kay

2.4.4.5 Análise de SWOT

2.4.4.6 Balanced Scorecard

2.4.4.7 Modelo de Identidade Corporativa de 4 fases

2.4.4.8 Modelo de força da marca

2.4.4.9 Modelo de co‐criação da experiência do relacionamento da marca

2.4.5 Análise dos modelos estratégicos

2.5 CONCLUSÕES DO CAPÍTULO

CAPÍTULO 3 – MÉTODOS E TÉCNICAS

3.1 TRAJETÓRIA METODOLÓGICA DA PESQUISA9

3.2 DEFINIÇÃO DOS PARÂMETROS DO ESTUDO DE CASO

3.3 INSTRUMENTOS DE MEDIDA

3.4 DEFINIÇÃO DO TRATAMENTO E DOS DADOS

3.5 CONCLUSÕES DO CAPÍTULO

CAPÍTULO 4 ‐ O MÉTODO ICEX E O ESTUDO DE CASO

4.1 PRIMEIRA PROPOSTA DO MÉTODO ICEX – MÉTODO DE DESENVOLVIMENTO DE IDENTIDADES CORPORATIVAS EXPERIENCIAIS

4.2 ESTUDO DE CASO – APLICAÇÃO DO MÉTODO ICEx ‐ MÉTODO DE DESENVOLVIMENTO DE IDENTIDADES CORPORATIVAS EXPERIENCIAIS

4.3 PROJETOS DESENVOLVIDOS NO ESTUDO DE CASO

4.4 ANÁLISE DOS DADOS DO ESTUDO DE CASO

4.5 PROPOSTA FINAL DO MÉTODO DE PROJETO

CAPÍTULO 5 ‐ CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

5.1 CONSIDERAÇÕES FINAIS

5.2 RECOMENDAÇÕES PARA FUTUROS TRABALHOS.

REFERÊNCIAS

ANEXO







O que é e como funciona o Narguilé?

Tem algum turista que volte da Índia ou da Turquia sem trazer de souvenir esse inusitado cachimbo que mais parece a garrafa do gênio das 1001 Noites? Quem for a esses países e visitar uma casa típica ou algum café-tabacaria, provavelmente será convidado a dar uma pitadinha nesse troço, em que serpenteia uma mangueira que pode ter duas piteiras. Nesses casos, o sujeito fuma e passa o outro bico ao amigo. Assim, funciona também como um cachimbo da paz - lembrando também, para nós brasileiros, o ritual do chimarrão. “É uma das mais antigas tradições árabes, um passa-tempo que todo mundo pratica”, diz o xeque Jihad Hassam, do Centro Islâmico e Mesquita Abu Baker Sadik, em São Bernardo, SP.

São muitas as versões para a origem dessa curiosa tecnologia: alguns estudiosos acreditam que tenha surgido na América, de onde os europeus a teriam levado para a Ásia e a África. Cientistas que defendem a tese que os africanos viveram na América muito antes do descobrimento apostam que foi assim que o narguilé foi para a África. Já os indianos garantem que há 2 mil anos ele já era pitado por lá, tendo sido ligeiramente modificado pelo Império Otomano. Os persas, por sua vez, se diziam os inventores do aparato, utilizado por eles para pitar dokka (a marijuana de então); e os turcos, em 1600, já tragavam ópio e outras substâncias mucho locas nesse troço. O nome vem do turco arguil, que quer dizer simplesmente cachimbo - e a origem pode ser desconhecida, mas a fama vem de longe: artistas como o pintor Ingrès e o escritor Honoré de Balzac se confessavam fãs do narguilé. Balzac, por sinal, tinha um côté hippie: gostava de aspirar a fumaça com aroma de patchouli. Sem contar a inesquecível lagarta criada por Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas (1865), que saboreava seu narguilé lânguida e psicodelicamente sobre um cogumelo.

1 - No topo fica a tigela, em barro ou metal, onde se acende a erva. Logo abaixo, em volta dela, um pratinho recolhe as cinzas

2 - Aqui começa o corpo, feito de vidro, similar a um decantador. Nele fica o líquido - água, chás aromatizados ou até sucos de frutas

3 - Para conduzir a fumaça da tigela ao líquido e, então, aspirá-la há uma mangueira, tradicionalmente feita em âmbar, embora hoje os modelos mais comuns sejam de borracha mesmo. A fumaça passa pelo líquido para ser resfriada e ter seu sabor acentuado

4 - Na ponta da mangueira fica o bico, ou piteira, quase sempre de madeira envernizada. O que fazer com ele você já sabe…


Narguilas Tradicionais


Tree house restaurant, New Zealand